Estudo do Evangelho

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor!
entrará no reino dos céus, mas aquele que
faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”

(Mateus 7:21)

10 – Bem-aventurados os pobres em espírito – Mt 5.3

 

 

 

Esclareço que não sou especialista no assunto e nem alimento a pretensão de esgotá-lo. Apenas gosto de pesquisar e estudar, de tomar contato e de me inteirar de várias outras concepções, ainda que não seja totalmente adepta delas, bem como compartilhar o fruto de minhas buscas e descobertas. Mas sempre apresentarei o que o Espiritismo e a sua literatura tem a dizer sobre a questão. Os livros que não pertencerem ao movimento espírita, serão assim sinalizados.

 

 

 

Mateus 5.3

 

"Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus." [1]

 

 

 

 

Lucas 6.20

 

"Bem-aventurados os pobres, porque vosso é o reino de Deus." [1]

 

 

 

 

 

Tanto no Antigo Testamento como no Novo, o conceito de pobreza é usado com sentidos diversos, mas relacionados. A lei de Moisés ordenava a proteção dos direitos do pobre (Êx 22.25-27; Lv 19.9-10; Dt 14.28-29), e os profetas denunciaram os maltratos de que eram objeto (Is 1.23; Ez 34; Am 2.6). Depois do exílio da Babilônia, os judeus chamavam de "pobre" o humilde e o piedoso (Sl 34.6; 69.32; 113.7; 132.15). Jesus, conhecendo o quão estavam numa situação de fragilidade social, destacou a importância da atenção aos pobres (Lc 11.41; 12.33; 16.19-31; 18.22; Tg 2.2-9).

 

 

Análise da expressão "pobre em espírito"

 

A expressão "pobre em espírito" [1], em diversas outras versões e traduções, consta como "pobre de espírito".

 

De Haroldo Dutra Dias:

Pobre em espírito: Expressão idiomática* semítica rica em significados. [1] p. 49

 

(* "Uma expressão idiomática ou idiotismo (do grego ίδιωτισμὀς, que vem do latim idiotismus) é um conjunto de duas ou mais palavras que se caracteriza por não ser possível identificar o seu significado mediante o sentido literal dos termos que a constituem. Assim, sua tradução literal não faz sentido numa outra língua de estrutura análoga, por ter um significado não dedutível dos significados dos elementos que a constituem. Desta forma, em geral, é muito difícil ou mesmo impossível traduzir as expressões idiomáticas para outras línguas, sendo o caso de expressões como "A vaca foi para o brejo", "Cair o Carmo e a Trindade" e "Ver Braga por um canudo". As expressões idiomáticas muitas vezes estão associadas a gírias, jargões ou contextos culturais específicos a certos grupos de pessoas que se distinguem pela classe, idade, região, profissão ou outro tipo de afinidade. Muitas destas expressões têm existência curta ou ficam restritas ao grupo onde surgiram, enquanto algumas outras resistem ao tempo e acabam por ser usadas de forma mais abrangente, extrapolando o contexto original. Neste último caso, a origem histórica do seu significado muitas vezes perde-se de todo ou fica limitada a um relativamente pequeno grupo de usuários da língua.")  [2]

 

Na tradução de João Ferreira de Almeida, tem-se "humildes em espírito". Tal é a explicação:

Os que não põem a sua esperança nem a sua confiança nos bens materiais, mas sim em Deus. Cf. Sl 22.24; 69.32-33; Is 29.19; 61.1-2;  Mt 11.5; Lc 4.18; Tg 2.5. [3] p. 19 do NT

 

Muitas têm sido as traduções das palavras de Mateus.

 

No entanto, o sentido de "mendigos no espírito" é mais conforme o original grego, pois, segundo várias interpretações, são felizes aqueles que mendigam (“solicitar com insistência, humildemente; instar, implorar, suplicar” [4]) o Espírito, buscando sublimar-se por todos os meios ao seu alcance, pois, em sua carência de maior espiritualidade, a desejam e a pedem, o que os torna mais receptivos a novos conhecimentos e experiências.

 

Notas explicativas de a Bíblia de Jerusalém, que traz a expressão "pobres no espírito":

O AT às vezes empregava fórmulas de felicitações como essas, falando de piedade, de sabedoria, de prosperidade (Sl 1,1-2; 33,12 127,5-6; Pr 3,3: Eclo 31,8 etc.). Felicitações similares de caráter sapiencial foram descobertas em Qumrã. No espírito dos profetas, Jesus lembra que também os pobres participam de suas "bênçãos": as três primeiras aventuranças (Mt 5,3-5; Lc 6,20-21+) declaram que pessoas comumente tidas como infelizes e amaldiçoadas são felizes, pois estão aptas para receber a benção do Reino. As bem-aventuranças seguintes se referem mais diretamente à atitude moral do homem.

Cristo retoma a palavra "pobre" com o matiz moral que já se percebe em Sofonias (cf. Sf 2,3+), explicitada aqui pela expressão "no espírito”, que não ocorre em Lc 6,20. Despojados e oprimidos, os "pobres" ou os "humildes" estão disponíveis para o Reino dos Céus, eis o tema das bem-aventuranças (cf. Lc 4,18; 7,22 = Mt 11,5; Lc 14,13; Tg 2,5). A "pobreza" sugere a mesma idéia que a "infância” espiritual, necessária para entrar no Reino (Mt 18,1s = Mc 9,33s, cf. Lc 9,46; Mt 19,13sp; 11,25sp); o mistério revelado aos "pequeninos". (...) Embora a fórmula de Mt 5,3 enfatize o espírito de pobreza, tanto no rico como no pobre, o que Cristo quer salientar  em geral é a pobreza efetiva, particularmente a seus discípulos (Mt 6,19s, cf. Lc 12,33s; Mt 6,25p; 4,18sp; cf. Lc 5,1s; 9,9p; 19,21p; 19,27 cf. Mc 10,28p; cf. At 2,44s; 4,32s). Ele mesmo dá o exemplo de pobreza (Lc 2,7; Mt 8,20p) e de humildade (Mt 11,29; 20,28p; Mt 21,5; Jo 13,12s; cf. 2Cor 8,9; Fl 2,7s). Identifica-se com os pequeninos e com os infelizes. [5]

 

De Eliseu Rigonatti:

Não devemos ver na expressão "pobres de espírito" um designativo pejorativo. É a correta designação dos espíritos que já compreendem as leis divinas e se esforçam por obedecê-las.

"Ricos de espírito" para o mundo são os orgulhosos, os que se julgam melhores do que os outros e os que pensam que todos se devem dobrar a seus caprichos.

"Pobres de espírito" para o mundo são os humildes, os modestos, os bondosos, os quais colocam os deveres da fraternidade acima de tudo. [6]

 

De Allan Kardec:

Por pobres de espírito Jesus não entende os homens desprovidos de inteligência, mas os humildes: ele disse que o reino dos céus é deles e não dos orgulhosos.

Os homens de ciência e de espírito, segundo o mundo, têm geralmente tão alta consideração de si mesmos e de sua superioridade, que olham as coisas divinas como indignas de sua atenção; seus olhares concentrados sobre sua pessoa, não podem elevar até Deus. Essa tendência a se crer acima de tudo não os leva senão, muito frequentemente, a negar o que, estando-lhes acima, poderia rebaixá-los, e a negar mesmo a Divindade; ou, se consentem em admiti-la, contestam-lhe um dos seus mais belos atributos: sua ação providencial sobre as coisas deste mundo, persuadidos de que só eles bastam para bem governá-lo. Tomando sua inteligência por medida da inteligência universal, e se julgando aptos a tudo compreender, não podem crer na possibilidade daquilo que não compreendem, quando pronunciaram o seu julgamento, tem-no por inapelável.

(...) Em dizendo que o reino dos céus é para os simples, Jesus quer dizer que ninguém nele é admitido sem a simplicidade de coração e humildade de espírito; que o ignorante que possui essas qualidades será preferido ao sábio que crê mais em si que em Deus. Em todas as circunstâncias, ele coloca a humildade no plano das virtudes que nos aproximam de Deus e o orgulho entre os vícios que nos distanciam dele; e isso por uma razão muito natural, de vez que a humildade é um ato de submissão a Deus, enquanto que o orgulho é uma revolta contra ele. Mais vale, pois, para felicidade do homem, ser pobre em espírito, no sentido do mundo, e rico em qualidades morais. [7]

 

Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo VII, Allan Kardec desenvolve esta segunda bem-aventurança, abordando os seguintes temas:

·        O que é preciso entender por pobres de espírito

·        Todo aquele que se eleva, será rebaixado

·        Mistérios ocultos aos sábios e aos prudentes

·        O orgulho e a humildade

·        Missão do homem inteligente na Terra

 

 

Análise da expressão "Reino dos Céus"

 

A palavra portuguesa reino, assim como em grego, podem se referir tanto ao território governado por um rei, como a própria ação de governar. No Novo Testamento, é usada principalmente com este segundo significado.

 

Assim, segundo entendimento de alguns, as palavras de Jesus sugerem que serão os pobres os mais beneficiados com o reinado de Deus.

 

De acordo com o costume judaico, e evitando-se o uso direto do nome divino, Mateus, em geral, prefere a expressão "Reino dos Céus", enquanto a expressão "Reino de Deus" é utilizada nos outros Evangelhos, como, por exemplo, em Marcos 1.15 e Lucas 4.43.

 

De a Bíblia de Estudo Almeida:

REINO DE DEUS, REINO DOS CÉUS.

No AT, fala-se do futuro reinado do Senhor e de um reino messiânico Universal. No NT, o anúncio do "reino de Deus" (ou reino dos céus) que já "chegou", se constitui na proclamação inicial e no centro da mensagem de Jesus. É o reino que chega com ele e que ele vem estabelecer; um reino que já está presente em pleno desenvolvimento, mas cuja consumação terá lugar no futuro. Não é um reino temporal, mas eterno, e não é nacional, mas universal. Não é um reino político, tal como os reinos humanos, nem um reino somente moral e espiritual, abstrato, nem inteiramente  ultraterrestre. O reino de Deus consiste na sua soberania. O seu reinado começou onde quer que se aceite a sua soberania e se ajuste a vida à  sua vontade. [3] Dicionário. p. 79

 

De Estudo aprofundado da Doutrina Espírita:

Durante muito tempo, o vocábulo "céu" foi entendido como um lugar circunscrito. Esta concepção é ainda alimentada por muitos, que costumam delimitá-lo, como regiões superiores dos planos espirituais. "Céus" (no plural ou singular) sugere a idéia de plano mais elevado. As faixas inferiores ("inferno"), por sua vez, são os campos vibracionais trevosos, infelizes.

Podemos nos ligar às vibrações superiores quando nosso Espírito se vincula aos componentes da paz e da segurança, no alicerce da humildade operante.

Compreendemos, então, que "céu" ou "inferno" são estados de alma, resultantes da harmonia ou dos desequilíbrios íntimos.

Operar nos "céus" significa educar-se, renovar-se, desenvolvendo a capacidade de elevar-se, de forma que o estado de bem-aventurança se torne uma realidade. [8]

 

 

 

Bem-aventurados os pobres de espírito...

 

"Situou, assim, a humildade espiritual em primeiro lugar entre as virtudes que precisamos adquirir para merecermos a glória das almas redimidas.

 

(...) Por "pobres de espírito", na acepção em que Jesus empregou essas palavras, devem-se entender aqueles que, aspirando à perfeição e, comparando com o ideal a ser atingido o pequenino o grau de adiantamento a que chegaram, reconhecem quanto ainda são carentes de espiritualidade.

 

São bem-aventurados porque a noção que têm de suas fraquezas e mazelas fá-los lutar por aquilo que lhes falta, e esse redobrar de esforços leva-os realmente a conseguirem maior progresso espiritual.

 

Já aqueles que se acomodam a ínfimos padrões de moralidade, ou se mostram satisfeitos com seu estado, considerando-se suficientemente bons, ao contrário dos primeiros, não se incluem entre os bem-aventurados porque, seja por ignorância, seja por orgulho, permanecem estacionários, quando a vida espiritual,  assim como tudo na Natureza, rege-se por um impulso constante para frente e para o alto!

 

(...) A colocação da humildade de espírito, como a primeira das beatitudes, parece-nos, pois, não ser meramente fortuita, mas sim proposital, visto que a felicidade futura de cada indivíduo depende muito do conceito que ele faça de si mesmo.

 

Quem se imagina com perfeita saúde não se preocupa com ela, nem procura um médico para tratá-la. Também aquele que se presume sem defeitos, ou já se considera salvo, descuida da higidez de sua alma, e, quando menos espere, a morte o surpreenderá sem que tenha avançado um passo sequer no sentido da realização espiritual." [9]

 

 

 

 

 

Humildade

 

"Sócrates defendia a humildade filosoficamente através dos seus dizeres "Só sei que nada sei". É a humildade intelectual do filósofo, em primazia: é a humildade que nos permite aprender, é a humildade que nos permite crescer indefinidamente em todos os parâmetros da evolução, seja espiritual ou moral.

 

O humilde não é aquele que menospreza-se, não é o que tem baixo autoestima.  O humilde é aquele que permite-se conhecer, que permite-se crescer, que permite-se trocar e compartilhar conhecimentos.

 

O seu contrário, o orgulhoso, aquele que é cheio de si mesmo, também basta-se e bastando-se, não aceita instruções, não aceita novos conhecimentos, recomendações alheias, acha-se o dono da verdade e assim comportando-se, estagna-se, paralisa-se e afasta-se da verdade.

Sejamos, pois, companheiros, como recomendava o mestre Jesus, humildes intelectualmente, cultos em espíritos, para que possamos aprender a cada momento, para que possamos ouvir as palavras dos outros, porque cada palavra, por mais simples que seja, ensina-nos. Não aprendamos apenas ouvindo, mas aprendamos também observando, vendo, desde olhares, feições, conduta daqueles que ensinam-nos exemplificando, aos companheiros que ensinam-nos pelo seu mau exemplo, ensinando como não devemos nos comportar.

 

Aprendamos não só escutando e não só observando, aprendamos também com leituras edificantes, naqueles livros que nos conduzem ao bem.

 

Aprendamos também pelo magnífico instrumento da mediunidade, ampliando nossas antenas e tornando-nos receptivos aos conselhos e recomendações do Alto, dos nossos mentores espirituais e daqueles que querem o nosso bem."  [10]

 

 

 

 

 

Pobres de espíritos e espíritos pobres

 

"Deus quer Espíritos ricos de amor e pobres de orgulho. Os "pobres de espírito" são os que não têm orgulho, os espíritos ricos são os que acumulam tesouros nos Céus, onde a traça não os rói e os ladrões não os alcançam.

 

Os "pobres de espírito" sãos os humildes, que nunca mostram saber o que sabem, e nunca dizem ter o que têm; a modéstia é o seu distintivo, porque os verdadeiros sábios são os que sabem que não sabem!

É por isso que a humildade se tornou cartão de ingresso no Reino dos Céus.

 

Sem a humildade, nenhuma virtude se mantém. A humildade é o propulsor de todas as grandes ações e rasgos de generosidade, seja na Filosofia, na Arte, na Ciência, na Religião.

 

(...) Os humildes são simples no falar; sinceros e francos no agir; não fazem ostentação de saber nem de santidade; abominam os bajulados e servis e deles se compadecem.

 

(...) A humildade respeita o homem, não pelos seus haveres, mas por suas virtudes. A pobreza de paixões, de vícios, de baixas condições que prendem ao mundo, e o desapego de efêmeras glórias, de egoísmo, de orgulho, amparam os viajores terrenos que caminham para a perfeição.

 

Foi esta a pobreza que Jesus proclamou: pobreza de sentimentos baixos, pobreza de caráter deprimido. Quantos pobres de bens terrenos julgam ser dignos do Reino dos Céus, e, entretanto, são almas obstinadas e endurecidas, são seres degradados que, sem coberta e sem pão, repudiam a Jesus e se fecham nos redutos de uma fé bastarda, que, em vez de esclarecer, obscurece, em vez de salvar, condena!

 

Não é a ignorância e a baixa condição que nos dão o Reino dos Céus, mas, sim, os atos nobres: a caridade, o amor, a aquisição de conhecimentos que nos permitam alargar o plano da vida em busca de mais vastos horizontes, além dos que avistamos!

 

(...) Pobres de espírito são os que estudam com humildade, são os que sabem que não sabem, são os que imploram de Deus o amparo indispensável às suas almas."  [11]

 

 

 

 

 

Exercícios de humildade

 

“Não imponha sua opinião. Ouça o argumento oposto.

 

Não se irrite com a crítica. Aproveite para considerar.

 

Não evite o menos favorecido. Cumprimente-o ou com simpatia.

 

Não se revolte contra doença. Aceita a ocasião de disciplina.

 

Não afronte o adversário. Tenha dignidade no triunfo.

 

Não deprecie o trabalho alheio.  Considere que tudo é oportuno.

 

Não despreze a ajuda do outro. Agradeça o auxílio possível.

 

Não alimente superioridade. O valor autêntico não se exalta.

 

Estas são algumas ocasiões de exercício da humildade.

 

Claro que é muito difícil ser humilde o tempo todo, mas se você consegue, pelo menos algumas vezes, contrariar seu orgulho, já é um bom começo.” [12]

 

 

 

 

“Todos aqueles que, mesmo ainda presos à matéria, já atingiram um grau evolutivo que os faz compreender a necessidade de passar do negativo ao positivo, da matéria ao Espírito, começam a aborrecer a materialidade, com todo o seu cortejo de bens materiais, sensações, emoções; e então, mendigam o Espírito ansiosa e insistentemente, sentindo que, para eles, o único Pão vivo que vem do céu é o Cristo Interno, o Deus que habita em nós.

 

Ainda estão sujeitos às forças materiais, mas pedem para delas ser libertados, pois constituem elas o "mal" para eles, o maior adversário (satanás ou diabo) do desenvolvimento interior espiritual.

 

Esses, não há dúvida, são os candidatos mais sérios ao "reino dos céus", que é justamente o "reino espiritual" acima do reino mineral, do reino vegetal, do reino animal, do reino hominal. E o reino espiritual ou celestial ou reino dos céus, quando atingido conscientemente, mesmo na permanência da criatura na matéria, traz a realização do objetivo máximo da evolução passar de um reino ao outro, desenvolvendo em si as forças superiores, pelo domínio das inferiores. Todo ensinamento de Jesus visou e visa a ensinar aos homens como abandonar o reino hominal para atingir o reino espiritual (ou dos céus ou de Deus): lição de como dar um passo a mais na estrada evolutiva, que Ele nos ensinou com palavras e, sobretudo, com Seu exemplo." [13]

 

 

 

Silvia Helena Visnadi Pessenda

sivipessenda@uol.com.br

 

 

 

Referências

 

 

[1] DIAS, Haroldo Dutra (Trad.). O novo testamento/ tradução de Haroldo Dutra Dias. 1. ed. Brasília: Federação Espírita Brasileira, 2013.

 

[2] WIKIPÉDIA. Disponível na Internet em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Express%C3%A3o_idiom%C3%A1tica. Acessado em 10.08.2018. (literatura não-espírita)

 

[3] BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. (literatura não-espírita)

 

[4] DICIONÁRIO HOUAISS. Disponível na Internet em: https://houaiss.uol.com.br/pub/apps/www/v3-3/html/index.php#1. Acessado em 10.08.2018. (literatura não-espírita)

 

[5] BÍBLIA. Português. Bíblia de Jerusalém. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 1710 (literatura não-espírita)

 

[6] RIGONATTI, Eliseu. O Evangelhos dos humildes. 7. ed. São Paulo: LAKE, 1978. Cap. V. pág. 25.

 

[7] KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile, revisão de Elias Barbosa. 195. ed. Araras, SP: IDE, 1996. Cap. VII. Item 2. p. 101.

 

[8] MOURA, Marta Antunes de Oliveira (Org.). Estudo aprofundado da doutrina espírita: cristianismo de espiritismo. Orientações espíritas e sugestões didático-pedagógicas direcionadas ao estudo do aspecto religioso do espiritismo/organizado por Marta Antunes de Oliveira Moura. 1. ed. Brasília: Federação Espírita Brasileira, 2015. Volume II. Módulo II. Roteiro 1. Pág. 53.

 

[09] CALLIGARIS, Rodolfo. O sermão da montanha. 9. Ed. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira. Cap. “Bem-aventurados os pobres de espírito...”. p 9.

 

[10] Grupo de Estudos de Ética. A ética de Jesus. 1. ed. Divinópolis, MG: ETHOS Editora. 2014. p. 57.

 

[11] SCHUTEL, Cairbar. Parábolas e ensinos de Jesus. 17. ed. Matão, SP: Casa Editora O Clarim, 2001. p. 160.

 

[12] ANDRÉ LUIZ (espírito); BADUY FILHO, Antônio (psicografado por). Vivendo o Evangelho – volume I. 1. ed. Araras, SP: IDE, 2010. Cap. VII. p. 174.

 

[13] PASTORINO, Carlos Torres. Sabedoria do Evangelho. Publicação da Revista Semanal. Rio de Janeiro. 1964.  Volume II. p. 85. Disponível na Internet em: http://bvespirita.com/Livros-C.html. Acessado em 26.05.2018.

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